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Que tipo de brinquedo você compra para as crianças?

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Que tipo de brinquedo você compra para seus filhos, sobrinhos, netos! Aqueles super prontos, em que a criança precisa apenas apertar um botão para que tudo aconteça ou brinquedos mais simples. Leia esse comentário em relação a uma boneca: “Pode-se fazer para uma criança uma boneca com um guardanapo dobrado: duas pontas serão os braços, as outras duas as pernas, um nó servirá para a cabeça na qual algumas manchas de tinta indicam os olhos, o nariz e a boca. Também se pode comprar uma “linda” boneca, com cabelos genuínos e bochechas pintadas, e dá-la à criança… Tendo à frente o guardanapo dobrado, a criança deve acrescentar, pela fantasia, aquilo que o transforma em figura humana… Se a criança ganha a chamada “linda boneca”, nada resta ao cérebro para fazer, e este se atrofia e resseca em vez de desabrochar. Se os pais pudessem olhar, como pode fazê-lo o pesquisador espiritual, para dentro do cérebro empenhado em estruturar suas próprias formas, com toda certeza só dariam a seus filhos brinquedos suscetíveis de avivar as forças plasmadoras do cérebro. Todos os brinquedos que possuem apenas formas mortas e matemáticas ressecam e destroem as forças plasmadoras da criança, enquanto tudo que faz surgir a ideia da vida atua de maneira sadia. A nossa época materialista produz poucos bons brinquedos.” Rudolf Steiner.

Leiam mais sobre brinquedos e brincadeiras no link: http://falandodainfancia.com.br/2016/10/12/dia-das-criancas-brinquedos-e-brincadeiras/


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Vamos falar de inclusão?

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Esse é relato de uma amiga querida que se deparou com um grande desafio na alimentação do seu filho quando ele ainda era muito criança. A adaptação não foi fácil, mas com o tempo todos saíram ganhando!

“Meu nome é Elisete e sou mãe do Gabriel que tem 10 anos. Quando ele tinha 2 anos desenvolveu uma diarréia crônica e muita dor abdominal, os médicos descobriram que ele tinha doença celíaca, o que significa o intestino dele é incapaz de digerir o glúten. Na hora comecei a pesquisar sobre a dieta já que não tem remédio e nem cura. Foi aí que minha vida mudou e a dele também, pra melhor, é claro! Pois a partir de então ele passou a comer coisas que não faziam mais mal. Em casa fiz uma faxina e proibi esse tal glúten de entrar em casa, já que existe o risco de contaminação cruzada (transferência de partículas de glúten de um alimento para outro do plantio à manipulação dos alimentos). Para nós, o glúten é veneno e por isso deve ficar bem longe do Gabriel. Avisei a família e a escola. Ninguém conhecia essa doença, então sempre explicava com toda paciência do mundo. Em casa foi muito fácil a adaptação. O complicado mesmo era na escola e nas festas de aniversário, pois ele não podia comer nada ou porque continua glúten ou porque havia o risco da contaminhação cruzada. Aí fui me especializando na cozinha, aprendi a fazer várias receitas pra ele. Hoje, em todo aniversário eu levo o kit festa( guloseimas que muitas crianças gostam como, pirulitos, balas, paçoca). Na minha família, eu virei a boleira, sempre faço os bolos que são muito elogiados. Gosto de ver o Gabriel comendo junto com outras pessoas e se sentindo normal. Na escola, sempre levei bolos inteiros para serem divididos, faço a inclusão e aproveito para explicar um pouco sobre essa doença. Várias vezes me senti feliz e emocionada! Uma dia Gabriel chegou em casa com aquelas sacolinhas surpresas de aniversário e a dele era especial. Olha que gracinha, o amigo falou dele pra mãe que providenciou uma sacolinha especial, depois dessa foram várias outras sacolinhas especiais.” Elisete da Silva Leite